Eça de Queirós na Livraria Cultura

A Livraria Cultura do Shopping Iguatemi é um dos espaços urbanos mais bonitos que eu conheço. E no meio do salão amplo e colorido há possibilidades de encontros públicos perfeitamente integrados ao silêncio de quem só passeia folheando livros. As pessoas sentam-se nas cadeiras ou nas escadas, falam, e tudo bem.

Ontem fui ao primeiro dia do ciclo “minha língua, minha pátria”, em que o professor Carlos Reis, da Universidade de Coimbra, conversou com a jornalista Simone Duarte, do Jornal Público, sobre Eça de Queirós. A conversa não foi só sobre o Eça. Foi muito além. Falou-se de Machado de Assis, de Eça de Queirós e Machado de Assis, das cartas que trocaram, de Flaubert, do tema do adultério na literatura na segunda metade do século XIX, de como as edições críticas são importantes para a atualização das obras literárias, de romantismo, naturalismo, de influências literárias. A palavra depois foi aberta ao público e as perguntas enriqueceram o diálogo.

Paula Bajer Fernandes, “Eça de Queirós por Carlos Reis na Livraria Cultura: ‘minha língua, minha pátria'”, blogue Lolita. (continuar a ler)

 

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1 Comentário

  1. Maravilhoso o blogue sobre Eça. É interessante ver como a internet proporciona múltiplas leituras dos textos de um autor que continua dialogando com o tempo presente.

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